58º Encontro da Confraria Marítima de Portugal

Ponto de Encontro: Portão Verde (entrada da Base Naval de Lisboa, Laranjeiro) às 10h00 Traje: passeio (gravata ou lenço da Confraria Marítima e Capa) Valor da participação: 15 € (a pagar em dinheiro no local) Número máximo de inscrições: 45 Inscrições:  jrochaabreu@hotmail.com (é muito importante e necessário fornecer os nomes do(s) visitante(s) e a matrícula da viatura) Solicita-se aos Confrades que pretendam adquirir Capa, Gravata ou Lenço, assinalar com antecedência essa intenção.     Detentora de uma das mais importantes coutadas, a Quinta do Alfeite foi, muitas vezes, lugar preferido do Rei D. Carlos para as suas caçadas, alojando-se por lá nesses períodos de lazer e recreio venatório. O Palácio, mandado construir em 1758 por D. Pedro III, filho de D. João V, está hoje à guarda da Armada, que aí tem instalados diversos serviços. Nos terrenos da Quinta, situa-se hoje a Base Naval de Lisboa, que entre outras muitas unidades conta com o Centro Integrado de Treino e Avaliação, responsável pela manutenção dos altos padrões de treino das guarnições dos navios combatentes da nossa Esquadra. Parte desse treino é hoje efectuado em modernos simuladores tanto para a Navegação como para o Combate Naval. No nosso próximo encontro vamos ao Alfeite para uma visita ao CITAN (onde podemos conhecer o moderníssimo simulador de Navegação) e ao Palácio do Alfeite, num verdadeiro regresso ao passado, levados pela descrição apaixonante do Comandante José Rocha e Abreu. O programa inclui ainda a Cerimónia de Entronização dos novos confrades, bem como um almoço confeccionado pela Marinha Portuguesa. A NÃO PERDER!

57º Encontro da Confraria Marítima de Portugal

No século XVIII, a Ribeira das Naus passou a ser designada “Arsenal Real da Marinha” quando as suas instalações foram construídas no mesmo local, no âmbito da reconstrução da Baixa de Lisboa, depois do terramoto de 1755. Nessa época, os Carpinteiros de Machado (classe profissional ligada à construção naval), devotos de São Roque, viram edificada a sua igreja, a Capela de São Roque, uma pequena pérola barroca que, ainda hoje, muito poucos conhecem. O primeiro lugar de culto a ser concluído na reconstrução de Lisboa. Em 1910, passou a designar-se “Arsenal da Marinha de Lisboa”. O Arsenal da Marinha de Lisboa foi desactivado em 1939, com a inauguração do Arsenal do Alfeite na margem Sul do Rio Tejo. A Ribeira das Naus, com as docas Seca e da Caldeirinha, constituíu o conjunto dos maiores estaleiros do Império Oceânico Português, servindo de modelo aos restantes que se foram construindo além-mar, nomeadamente às ribeiras de Goa e de Cochim. O seu antigo local – cujo acesso ao rio Tejo foi cortado com a construção da Avenida Ribeira das Naus – faz hoje parte das Instalações da Administração Central da Marinha.   Uma deliciosa visita guiada pelo Comandante José Rocha e Abreu.   Traje: passeio (gravata opcional) Valor da participação: 15 € Número máximo de inscritos: 45 Inscrições: mmarques@lbranco.pt data limite das inscrições: 30 de agosto